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2.7.16

O castelo romano de 2 mil anos : O Museu Castelo de Santo Ângelo.

Dentre as inúmeras atrações de Roma, O Castelo de Santo Ângelo (em italiano: Castel Sant' Angelo), é certamente um passeio imperdível.



O Castel Sant' Angelo  localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da Ponte de Santo Ângelo, próximo do Vaticano.  Atualmente o castelo preservado de mais de 2000 anos é um dos museus mais interessantes e visitados da capital italiana: O Museo Nazionale di Castel Sant'Angelo que abriga uma bela coleção de pinturas, esculturas, recordações militares e armas de fogo medievais.




Originalmente chamado de Mausoléu de Adriano,  o local foi construído por volta do ano 123 A.D  pelo imperador Adriano a fim de servir  como  mausoléu para ele e sua família. Os  restos mortais  de imperadores posteriores também foram colocados no local.


Ao longo dos séculos, o Castelo com seus seis andares passou a ser utilizado para diversas outras finalidades além de servir como túmulo do Imperador Adriano, serviu como   edifício militar, abrigo para o clero do vaticano em caso de emergências e, atualmente, abriga o Museu.




Vale mencionar que o local também serviu como prisão e local de execução para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.


A origem do nome atual, Castelo de Santo Ângelo, é bastante mítica e interessante e remonta à um dos períodos mais sombrios de Roma. Por volta de 590 A.D. uma grande epidemia de peste assolava a cidade. Desesperado e impotente diante da situação o então Papa Gregório I afirmou ter visto o Arcanjo São Miguel sobre o topo do castelo, que embainhava a sua espada para baixo num gesto simbólico que  indicava o fim da epidemia. 


A visão foi interpretada como um sinal de presságio celestial  que indicava o fim iminente da epidemia, o que realmente aconteceu. Posteriormente, a fim de honrar tal visão e lembrar as pessoas sobre o fim da peste, uma grande estátua de um anjo foi colocada no topo  do edifício.


A estátua que atualmente pode ser vista no topo do Castelo não é a original. Trata-se de uma uma cópia fiel  de bronze feita pelo  escultor flamengo Peter Anton von Verschaffelt, em 1753. A estátua original feita de mármore foi elaborada por Raffaello da Montelupo em 1536 e pode ser admirada em um pátio aberto no interior do Castelo.


 Infelizmente, grande parte do conteúdo da tumba foi perdido na ocasião da conversão do edifício em fortaleza militar, em 401. Decoração, ornamentos  e obras de Arte do interior do Castelo também se perderam ao longo dos séculos quando Roma foi saqueada  em diversas ocasiões. Diz a lenda que valiosas estátuas originais foram literalmente jogadas para baixo como arma a fim de  afastar os invasores godos invadiram Roma em 537 e  cercaram o Castelo a fim de saqueá-lo.


Uma dica para quem visita o local é subir até o terraço superior de onde é possível ter uma magnífica vista da cidade, do rio Tibre, e da Basílica de São Pedro.  Um fato interessante é que por muitos séculos o Castelo já foi o edifício mais alto de Roma.


Outra dica para o visitante são os andares superiores do castelo que abrigaram os apartamentos papais  com interiores renascentistas luxuosamente decorados, incluindo pinturas, móveis e  afrescos .




Até hoje, muitos arquitetos e engenheiros encontram dificuldade em especificar e descrever a arquitetura do Castelo encaixando-o em algum padrão arquitetônico, mas o que se sabe é que seu formato cilíndrico foi inspirado no Mausoléu de Augusto, construído um século antes a pouca distância do local.

Planta ilustrada do Castelo


Recentemente, o local ficou internacionalmente famoso e ainda mais visitado devido ao  romance e ao posterior filme  Anjos e Demônios, de Dan Brown, mesmo autor do Bestseller  O Código da Vinci.



Um fato histórico bastante interessante é que devido aos constantes ataques de povos estrangeiros, entre 271 e 275 o Imperador Aureliano decidiu cercar a cidade de Roma com uma muralha de aproximadamente 19 km de extensão, 3,5 metros de espessura e oito metros de altura, que englobava todas as Sete Colinas de Roma. Na ocasião, o Castel Sant' Angelo    foi incorporado como parte da muralha conhecida como Muralha Aureliana.




Em 403 A.D., a fortificação em torno do Castelo foi ampliada pelo Imperador Honorius, tornando-o Castel Sant' Angelo   o lugar mais seguro e protegido de Roma a ponto de ser escolhido local de abrigo e proteção para o clero do Vaticano durante durante muitas guerrilhas, ataques, invasões e conflitos pelos quais passou Roma durante séculos. Um exemplo digno de ser mencionado ocorreu em Maio de 1527, quando o exército de Charles V da Alemanha, invadiu Roma. O Papa, para se proteger, se escondeu do Castel Sant’Angelo e foi mantido prisioneiro lá por quase seis meses.


A fim de possibilitar uma rápida passagem entre  o Vaticano e o Castelo foi construída uma passagem que liga os dois locais. Por muitos séculos a existência do corredor de fuga,  chamado  'Passetto di Borgo', permaneceu secreta só sendo divulgada recentemente. Para ilustrar uma das necessárias utilizações da passagem, o  corredor foi usado pelo papa Clemente VII e seus guardas suíços para se refugiar do exército de Charles de Bourbon durante o saque de Roma em 1527. Recentemente, a  passagem se popularizou após servir de cenário no romance Anjos e Demônios de Dan Brown.


No interior do Castel Sant'Angelo muitos ambientes são destinados para a prisão, que ainda hoje podem ser visitados. Ao longo da história, muitas das celas foram ocupadas por personagens famosos, principalmente presos políticos e pessoas que se rebelavam contra a Igreja. 


Um exemplo  foi Giordano Bruno, um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano preso e condenado à morte na fogueira pela Inquisição romana com a acusação de heresia . Assim como Giordano, muitos presos perderam suas vidas sendo executados no próprio Castelo, num pequeno pátio interno que ainda pode ser visitado.




Assista um breve vídeo sobre a atração (em inglês):



Um episódio especial envolvendo um preso aconteceu  quando em 1539 o artista Benvenuto Cellini  conseguiu escapar da prisão em uma noite em que havia uma  festa no castelo. O detento  desceu do topo do muro com uma corda feita com lençóis. Na queda quebrou a perna, mas ainda sim conseguiu chegar à casa de um amigo nas redondezas. Recapturado, foi trazido de volta a Castel Sant'Angelo e trancados nas celas especiais, à prova de fuga.


Ao contrário de muitos Museus de Roma, cuja visita demanda muitas horas a fim de conhecer tudo, o Castel Sant' Angelo  não é muito extenso e a visita pode ser relativamente breve consumindo metade da manhã ou da tarde fazendo deste um passeio que pode ser encaixado num roteiro diário que inclua outras atrações.




O Museo Nazionale di Castel Sant'Angelo fica aberto de terça a domingo. Fechado às segundas-feiras. Possui  entrada  gratuita no primeiro domingo de cada mês.


Para informações sobre horários, ingressos e exposições, visite o site oficial.


23.6.16

A magnífica Ponte Sant'Angelo em Roma

Dentre as diversas pontes romanas ao longo do Rio Tibre, uma das mais bonitas é certamente a Ponte Sant'Angelo. Como o nome indica, esta ponte está localizada exatamente em frente ao Castelo de Sant’Angelo ligando o centro histórico da cidade com o Castelo, na época, recém-construído para ser usado como mausoléu do imperador.


Considerada uma das pontes mais bonitas do mundo, devido sua beleza e importância histórica, a Ponte Sant'Angelo é uma das mais visitadas e fotografadas de Roma e foi construída em 134 A.D. pelo imperador romano Adriano. Com seus  cinco arcos, cerca de 130 metros de extensão e altura aproximada de 7 metros, a ponte oferece uma magnífica vista do Castelo de Sant’Angelo e do Rio Tibre com as belas construções em sua margem.




Um fato interessante é que em 1450, devido ao grande influxo de peregrinos, a ponte não aguentou o peso dos pedestres e ruiu, causando o afogamento de muitas pessoas  no rio Tibre.


Outro fato interessante, mas bastante trágico, que muitos visitantes nem imaginam é que no século XVI a ponte era usada para exibir corpos dos prisioneiros  executados.  A maioria desses executados eram prisioneiros políticos e vítimas da inquisição, muitos  deles prisioneiros do Castelo de Sant’Angelo que após a execução no pátio interno do Castelo eram levados até a ponte para que servissem de exemplo para as pessoas que ousassem rebelar-se contra a política e a religião vigentes.


É importante mencionar que após sua construção, a ponte não possuía nenhuma estátua em sua decoração. Foi apenas em 1535 que o Papa Clemente VII  mandou construir  na extremidade da ponte duas estátuas, as estátuas de São Pedro e São Paulo. Algum tempo depois, em 1669, o Papa Clemente IX ordenou a construção de um novo parapeito e encomendou a Gian Lorenzo Bernini oito  novas esculturas representando  os quatro evangelistas e os patriarcas Adão, Noé, Abraão e Moisés, totalizando as dez estátuas feitas em mármore travertino que atualmente decoram e embelezam a ponte.


O observador mais atento pode notar que cada uma das dez esculturas da ponte seguram um objeto diferente em suas mãos. Tratam-se de objetos relacionados com a execução de Jesus Cristo. Ao admirar de perto as esculturas ao longo da ponte é possível identificar os objetos, ou seja, os  instrumentos relacionados à Paixão de Cristo, como por exemplo, a lança, a cruz, a coroa de espinhos, os pregos, o chicote, o sudário, dentre outros. Fica claro que a Ponte Sant’Angelo é uma homenagem ao sofrimento de Jesus Cristo pouco antes de sua cruel execução.


Outro fato interessante é que após ter encomendado as estátuas do famoso artista Bernini, o papa Clemente IX, em 1669, pouco antes de morrer, conferiu pessoalmente as estátuas e decidiu que eram bonitas demais para serem expostas ao ar livre. Encomendou cópias exatas das originais aos  colaboradores e alunos do mestre Bernini  e mandou  que as estátuas originais fossem colocados na igreja de Sant'Andrea delle Fratte, próxima à Piazza di Spagna. Atualmente, as preservadas e protegidas estátuas originais podem ser admiradas na igreja de Sant'Andrea delle Fratte.


Na base de cada escultura encontra-se um versículo da Bíblia. No primeiro anjo, por Antonio Raggi, mantém-se a coluna flagelação de Jesus que foi amarrado. A inscrição lê: "Meu trono é em cima de uma coluna".



O segundo anjo, por Lazzaro Morelli, contempla com tristeza óbvio que os chicotes feridos do Senhor. A inscrição diz: "Eu estou pronto para o flagelo".


O terceiro anjo, esculpida por Paolo Naldini e aperfeiçoada por Bernini si mesmo, apresenta a coroa de espinhos, um símbolo da cegueira palhetas dos homens que eram incapazes de reconhecer a autoridade de Cristo. A inscrição lê: "O espinho é preso em cima de mim".


O quarto anjo, por Cosimo Fancelli, observa com piedade o rosto de Cristo impressionou no sangue no Véu de Verônica. A inscrição diz: "Olhe para o rosto do seu Cristo".


O quinto anjo, por Paolo Naldini, carrega o vestuário e dados. A inscrição lê: "Para a minha túnica lançaram sortes".


O sexto anjo, por Girolamo Lucenti, detém os pregos que perfuraram as mãos e os pés de Jesus. A inscrição lê: "Eles olharão para mim, a quem traspassaram".


O sétimo anjo, por Ercole Ferrata, detém a cruz, como símbolo mais forte da Paixão, bem como um ícone de fé nEle. A inscrição lê: "Dominion repousa sobre seus ombros".


Os oitavo anjo – por muito tempo foi oficialmente confiada a Giulio Cartari, mas recentemente foi identificada  como obra do próprio Bernini, uma réplica do original exposto em Sant'Andrea delle Fratte - desenrola a inscrição INRI, lançando o olhar para o céus, o Reino de Cristo. A inscrição lê: "Deus reinou da madeira" (fazendo referência a madeira da estaca de tortura).


O nono anjo, por Antonio Giorgetti, observa com uma expressão de profunda tristeza a esponja anexado ao final de sua vara, tão real que você espera vinho azedo a escorrer a partir dele. A inscrição lê: "Eles me deram vinagre para beber ".


O décimo e último anjo, por Domenico Guidi, olha na miséria na ponta da lança que ele carrega, levantando-o como se para imitar o momento em que a lança feriu o coração de Jesus. A inscrição lê: "Elevaste meu coração", lembrando peregrinos de pecados dos homens dor causada Jesus.


A Ponte Sant'Angelo fica em frente o Castelo de Sant’Angelo. Ligando o Centro Histórico à Cidade do Vaticano. Para chegar de Metrô, desça na Estação Otaviano ou Lepanto, Linha Vermelha.




22.6.16

Piazza del Popolo em Roma: Uma das mais belas do mundo.

Dentre as diversas e magníficas praças de Roma, uma que certamente merece uma visita é a  Piazza del Popolo, que em português significa Praça do Povo. Atualmente o local é um dos lugares à céu aberto mais visitados de Roma e é considerado uma ampla "zona pedonal", isto é,  uma área exclusiva para pedestres, sem acesso de veículos.



Com sua forma em elipse, a  Piazza del Popolo é o local onde tudo acontece, serve de palco de eventos públicos, manifestações, artistas de rua, e  importantes acontecimentos na cidade. Um fato chocante é que no passado, até 1826, execuções já aconteceram na Praça.



São várias as atrações da praça, dentre elas a Porta del Popolo. Trata-se de um enorme pórtico que faz parte do que sobrou da Muralha Aureliana, quando durante o período medieval , sob iniciativa do imperador Aurélio,  Roma foi cercada por uma muralha a fim de proteger a cidade dos invasores.



O portão com seus três arcos encontra-se muito bem preservado e foi  construído no no século XVI no local antes ocupado por um outro portão já bastante desgastado conhecido como Porta Flamínia.
A bela fachada e decoração exterior é obra de Nanni di Baccio Bigio, que inspirou-se no Arco de Tito. Um fato arquitetônico interessante é que s quatro colunas da fachada são da Antiga Basílica de São Pedro.


Sobre cada um dos três arcos, há uma laje inscrita em comemoração a restauração do portal comandada pelo Papa Pio IV.

Eis a inscrição na laje central  que relembra a restauração, que traduzindo significa: O Máximo pontificie  Papa Pio IV, ampliou o portal e pavimentou a Rua Flaminia no terceiro ano de seu pontificado.

“PIVS IIII PONT MAX
PORTAM IN HANC AMPLI
TVDINEM EXTVLIT
STRAVIT ANNO III”

Em 1638, duas estátuas, de São Pedro e São Paulo, esculpidas por Francesco Mochi, foram encaixadas entre os dois pares centrais de colunas. Essa estátuas podem ser admiradas ao atravessar o portal da Praça para fora.


Posteriormente, em 1655, por ocasião da chegada da rainha Cristina da Suécia  em Roma a qual  desejava se converter ao catolicismo, o então papa Alexandre VII encarregou Gian Lorenzo Bernini os trabalhos de remodelação da fachada interna do Portal. A fim de garantir uma esplêndida e inesquecível  recepção na chegada à Rainha, foi inscrito em uma das placas sobre o arco do portal a seguinte frase: "FELICI FAUSTOQUE INGRESSUI MDCLV". (Para uma entrada feliz e propícia). Tal inscrição permanece até hoje.




 Outra atração imperdível da Piazza del Popolo são suas  belas fontes.  A Fontana del Nettuno (Fonte de Netuno) é uma das mais belas fontes da cidade e, como o nome indica, é uma homenagem ao deus pagão Netuno. Foi construída entre 1814 e 1823, concebida por Giuseppe Valadier e esculpida por Giovanni Ceccarini em mármore travertino.


Ao admirar a bela fonte é possível notar a imponente figura de Netuno segurando seu tridente. Em cada lado de Netuno há dois tritões, figuras mitológicas representando deuses marinhos compostos em sua metade superior por homem e a metade inferior pela cauda de peixe.  Trata-se basicamente de uma representação masculina da sereia. A grande bacia de onde cai água possui forma de concha.



A Fontana della dea di Roma (Fonte da deusa de Roma) possui muitas características da Fonte de Netuno. Também projetada por Giuseppe Valadier e esculpida por Giovanni Ceccarini, foi construída pouco antes, entre 1762 e 1839.


Basicamente, o que difere a Fonte da deusa de Roma da Fonte de Netuno é a figura central que, neste caso, é a representação da deusa de Roma ladeada por duas estátuas sentadas que representam os rios de Roma , os rios Tibre e Aniene.  


Abaixo a deusa há  uma estátua de uma loba, amamentando as crianças Remo e Rômulo, uma referência à lenda sobre a origem e os fundadores de Roma.




 Outra atração é o obelisco localizado bem no centro da Piazza. Só o belisco possui 24 metros de altura, totalizando 36 metros incluindo sua base.  Foi construído no tempo dos faraós Ramsés II e Merneptá, em 1232-1220 antes de Cristo. O obelisco estava originalmente no Templo do Sol, em Heliópolis, no Egito, e foi trazido para Roma em 10 aC por ordem do imperador Augusto e colocado no Circo Máximo.



Posteriormente o obelisco foi transferido para Piazza de Popolo. O obelisco, conhecido como o Obelisco Flaminio ou o Obelisco Popolo, é um dos mais altos e o segundo mais antigo em Roma.  É, no mínimo, curioso notar que um monumento dedicado a um deus pagão, o deus  sol, possa dividir espaço na praça com as três Igrejas construídas como símbolos do cristianismo e da crença monoteísta.


A fim de aumentar ainda mais a beleza do Obelisco, foi construída em 1823 pelo arquiteto Giuseppe Valadier a Fontana dell'Obelisco. Trata-se de um grupo de quatro fontes que rodeiam a base do Obelisco. O grupo escultórico possui quatro cabeças de leão derramando água de suas bocas. Cada leão está assentado sobre uma pequena pirâmide em degraus  que fazem referência às primeiras pirâmides egípcias.




O interessante Museu Leonardo da Vinci também faz parte de uma das atrações da Piazza e está localizado ao lado da Igreja de Santa Maria del Popolo. Como o nome indica, trata-se de um Museu exclusivo em homenagem à um dos maiores gênios da humanidade: O grande Leonardo da Vinci. 




 A Piazza del Popolo possui três igrejas em seu redor. Uma delas é a Igreja de Santa Maria del Popolo, localizada bem ao lado do portal. Para mais informações, confira um post exclusivo sobre o local.


Outra atração imperdível para quem visita a Piazza del Popolo são as duas Igrejas conhecidas como Igrejas gêmeas. Trata-se da Igrejade Santa Maria Montesanto, à esquerda, construída entre 1662 e1675 e a Igreja Santa Maria dei Miracoli, à direita, construída logo depois entre 1675 e 1679.



Da praça também é possível avistar  o Monte Pincio, cujo  nome provém da importante família romana que vivia naquela região. Subindo as escadas e rampas curvas que ligam a Piazza  ao parque na colina acima, é possível chegar a um  mirante que oferece uma linda vista da cidade. Para quem quiser garantir  fotos panorâmicas da cidade, a breve subida ao mirante é obrigatória.





 A Piazza del popolo localiza-se ao Norte do Centro Histórico de Roma. Devido  à  sua próxima localização com o Vaticano e as principais pontos turísticos do Centro histórico, é perfeitamente possível caminhar até a Piazza. Para chegar de Metrô pegue a linha vermelha e desça  na Estação Flaminio.